BBC Radio 1 Big Weekend 2014

Hallo!

Quanto tempo, não?

Aproveitando o fim de semana chuvoso aqui em Joinville, queria falar sobre um evento que (infelizmente) acabou hoje, mas abalou a Escócia, e fez os meros mortais que moram do outro lado do oceano ficarem com inveja de quem pode ir: é a BBC Radio 1 Big Weekend, é claro!

Como minha paixão por festivais de música não são um segredo, não há dúvidas que eu pirei enquanto acompanhava o evento pela internet… Com um line up in-crí-vel e três palcos para agitar a galera, a BBC, pra variar, acertou mais uma vez.

Esse ano o festival teve um diferencial: foi a primeira vez que aconteceu em George Square, em Glasgow (sim, a mesma cidade escocesa que abriga um dos melhores festivais de música já criados, o Glasgow Music Festival, além de ser a maior cidade escocesa, e a terceira mais populosa do Reino Unido – só perdendo para Londres e Birmingham). No palco principal, teve Tiesto, Martin Garrix, Coldplay, Lily Allen (que atualizava o Instagram a cada segundo), Jake Bugg, One Direction, Katy Perry, The Vamps… Já no palco “In the music we trust” teve desde Example, Lorde, The Kooks até You Me At Six. E, como não poderia faltar, ainda tinha o palco “BBC Introducing” que contou com várias bandas que tem de tudo pra alcançar o cenário mundial.

O mais legal do festival – além de ser anual e contar com todas essas apresentações que agradam a todos os gostos – é que a entrada é livre. Sim, de graça. Agora só falta o dinheiro para viajar até lá…

Pra não perder o costume, aí vão algumas fotos do que nós perdemos (dessa vez não são dos melhores looks do festival, mas das melhores fotos durante as apresentações):

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

E, para finalizar com chave de ouro, Coldplay apresentando “A Sky Full of Stars”, para alegrar a noite:

 

 

Adios!

Xxx- Carol

Anúncios

Ano novo, fase nova

Hallo!

Depois de um ano fadigado pela escola, só tenho a agradecer por já ser dia 31 de dezembro – além de estar muitíssimo feliz por ter conseguido manter minha promessa e alcançado meu objetivo: passei o ano todo sem contato com a internet que não fosse para checar o grupo da turma, e agora já posso dizer adeus ao termo “vestibulanda” e dar oi ao “caloura”!

Pois é, quem diria. Carolina agora é caloura do curso de direito da PUC. Reviravolta total! Não que eu tenha desistido da moda, longe disso. Mas, conversando muito com meus pais, preferi um curso mais concreto, que me dará uma boa base para conseguir crescer.

Enfim. Passei aqui apenas para desejar tudo de bom  a todos, que esse ano que chega traga felicidade e que nossos sonhos, não sejam apenas sonhos e eu me esqueci de tudo de bonitinho que iria escrever, mas acho que não tem problema, porque ouvimos a mesma coisa de mil pessoas diferentes todo ano quando o soam as doze badaladas… Que as pessoas passem a ter semancol e percebam que o mundo só muda se a gente muda.

 

Xxx- Carol

Enxergar o óbvio não é tão fácil assim

Hallo!

Eu sei que faz muito tempo que não apareço por aqui, mas acreditem: é por uma boa causa (por mais que me doa o coração ficar longe daquilo que eu mais amo, por tanto tempo – moda e comunicação).

Durante toda a minha vasta existência nesses 17 anos de vida, eu sempre tive uma única certeza: a de que eu iria cursar moda. Porém, agora que o ano do vestibular chegou, comecei a não ter tanta certeza disso mais – não por não gostar tanto de moda quanto antes (até porque moda é a minha vida, o que eu respiro, a única coisa que eu realmente sei falar sobre, com convicção), mas, por medo. Medo de chegar ao fim do curso e não saber qual área seguir, medo de não conseguir um emprego e não puder me sustentar, medo do quão cruel esse mundo pode ser, e, principalmente, medo de não ser boa o bastante.

Por causa de todos esses medos, comecei a pesquisar sobre outros cursos… Pensei em cursar arquitetura, uma vez que eu amo a parte relacionada a história do curso. Pensei em cursar direito, porque possui opções de emprego bem-remuneradas e, após ganhar alguma experiência, poderia fazer Itamaraty. Pensei em cursar jornalismo, pelo glamour da tela de televisão, e porque sei/gosto de me comunicar bem com os outros. Pensei até em administração, pois parece ser mais fácil conseguir um bom emprego. Tive também a época de psicologia, hotelaria e produção de eventos.

Nunca me senti tão confusa. Eu pensava nos cursos pela remuneração envolvida, mas nunca consegui me enxergar atuando em nenhuma das áreas citadas acima. Simplesmente porque não me encaixo em nenhuma delas! Aquilo não sou eu. Não é “a Carolina”. Eu seria, além de infeliz, mal-sucedida por não estar fazendo aquilo que realmente gostava.

Mas não pense que foi fácil colocar os medos de lado e enxergar o óbvio, porque não foi. Eu passei noites em claro pensando sobre isso e chorando desesperada porque o vestibular já está aí. Meus pais e amigos são verdadeiros guerreiros por aguentar minhas lamúrias por tanto tempo – e eu só tenho a agradecer a eles.

Voltando ao assunto “curso de moda”… Eu ainda não faço a mínima ideia de qual área seguir – e concordo que seja muito cedo para decidir, uma vez que ainda não tive contato com todas elas. E quer saber uma coisa? O pensamento mais estúpido que eu já tive foi sobre não ser boa o bastante.

Como eu não seria boa o bastante, se estaria fazendo aquilo que gosto? Só uma pessoa muito ninja para conseguir tal proeza, porque quando a gente gosta de algo, e realmente quer, não há tempestade alguma que nos impeça de chegar lá!

Moda pode não ser um curso convencional, e eu estou ciente de toda a ralação e sofrimento que estou me sujeitando, mas eu também sei que é nesse meio conturbado que serei feliz. Não importa qual área eu escolha, darei o meu melhor, e o mundo ainda vai ouvir muito falar sobre uma tal de Carolina Innecco!

Não que eu não esteja com medo – porque realmente estou, e muito – mas vocês não tem noção do alívio que dá quando a neblina que esconde seu futuro, clareia um pouco. Aquela certeza de que, por mais que para alguns pareça errado, você vai conseguir nadar contra a correnteza e provar que era o certo.

Se Gabrielle Chanel, no meio de tanto perrengue, não desistiu, não será eu quem irá arregar! O mundo precisa de roupas, a história se explica pelas vestimentas. E eu? Bem, eu espero conseguir contribuir positivamente para que a história continue sendo contada.

O que eu quero dizer com todo esse blá blá blá é: faça o que você gosta! Clichê, mas a pura verdade.

Xxx -Carol

Coachella’s Style

Hallo!

Se tem uma coisa que eu adoro, é música. E festivais de música, então? Sem comentários!

Nunca fui a um, mas sempre acompanhei os festivais ao redor do mundo (já perdi a conta de quantas vezes já curti o Tomorrowland em casa, via youtube live), e gosto do estilo de vestimenta que as pessoas adotam para essas ocasiões. Cada festival tem um estilo próprio (claro, cada um ocorre em um local diferente do globo e preza por um estilo de música diferente – os meus favoritos são os festivais eletrônicos e os indies), mas se repararmos bem, a grande maioria dos frequentadores desses eventos optam por looks (confortáveis, of course, já que é o dia todo debaixo do sol quente andando, pulando, curtindo os shows na muvuca) com tendências predominantemente hipsters ou hippie.

Dei uma olhada no Instagram alheio e fiz uma galeria com os looks presentes no Coachella 2013 para se inspirar (ou apenas olhar, e se perguntar como a pessoa teve coragem de sair em público assim)!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Pra quem não sabe, Coachella é um festival de música e artes anual, que ocorre na Califórnia (na terrinha do Tio Sam),  fundado por Paul Tollett, organizado pela Goldenvoice, e tem duração de três dias. O evento conta com vários gêneros musicais, incluindo rock, indie, hip hop e música eletrônica, bem como escultura. Em 2003 foi permitido se “hospedar” em barracas de acampamento – como ocorre em alguns festivais europeus como o Glastonbury Festival, em UK – para a alegria geral. Mas não pense que era um campo de acampamento comum, não! Para o festival de 2010, havia mais de 17 mil campistas, e, no evento de 2012, o campo havia até wi-fi gratuito!

Festival de música é realmente muito legal… O dia que eu for a algum, prometo fazer um diário e um álbum com os looks mais bizarros que eu encontrar.

Enjoy!

Xxx -Carol

Estilo: Dougie Poynter

Hallo!

Sou um tanto quanto suspeita para falar sobre Dougie Poynter, porque eu acompanho o McFly desde o início, adoro a banda e sou platonicamente apaixonada pelo integrante com cara de nenê, mas seria uma afronta ao meu lado Galaxy Defender¹ deixar de falar aqui no blog sobre o meu baixista favorito e mais lindo de todos os tempos que está virando ícone de estilo masculino.

Para quem não o conhece, aí vai a ficha do gato:

Dougie Poynter, 25 anos, nascido em Essex (UK) e baixista/backing vocal da banda McFly desde 2002.

Já passou pela fase “skatista” com influências do Blink 182, grunge, e atualmente é adepto ao estilo jovem inglês, copm influências vintage e hipster².

O McFly é bastante conhecido pelos strip tease em alguns shows, o Twitter do guitarrista/vocalista Tom Fletcher e as fotos com pouca roupa (para não falar “nenhuma”) para a Attitude Magazine – dentre vários outros fatos, mas que deixarei no suspense, senão esse post não terá fim.

Atual embaixador da WWF, o Nanico³ também possui uma linha de roupas chamada Saint Kidd (com campanhas fotografadas por Tom Leishman, renomado fotógrafo e parceiro da banda) que vem tendo muita repercussão. A marca aposta num estilo trash, destroyed e com influências hipsters. Vale à pena acompanhar o blog da marca- escrito pelo próprio Dougie, com todo seu “jeitinho Dougie de ser”, bem engraçado e moleque.

E, como não poderia faltar, uma galeria de fotos com Dougie te fazendo suspirar!

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Enjoy!

Xxx -Carol

 

¹Galaxy Defenders: nominação dada ao fandom da banda McFly, por causa da música Star Girl, escrita pelo vocalista/guitarrista Tom Fletcher.

²Hipster: Hipsters são uma subcultura de homens e mulheres tipicamente entre seus 20 e 30 anos que dão valor pensamento independente, contra-cultura, a política progressista, uma valorização da arte e indie-rock, criatividade, inteligência e brincadeiras espirituoso. Embora “hipsterism” é realmente um estado de espírito, é também muitas vezes confundido com sensibilidades distintas de moda. São muitas vezes vistos vestindo uma moda inspirada no vintage e brechós, apertadas calças jeans, tênis old-school, e às vezes óculos de aros grossos. Ambos os homens e mulheres do moderno desporto semelhantes estilos de cabelo andrógino que incluem combinações de bagunçado cortes assimétricos e shag lado varreu estrondos. Tais estilos são frequentemente associados com o trabalho de estilistas criativos em salões urbanos, e geralmente são muito “nervosos” para o consumidor mainstream culturalmente protegido. O “esforço cool” urbanista e olhar boêmio de um hipster é exemplificado na Urban Outfitters e anúncios da American Apparel.

fonte: http://www.urbandictionary.com/define.php?term=hipster&defid=2705928 (modificado)

³Nanico: apelido carinhoso que as fãs deram ao baixista, por sua baixa estatura em comparação aos outros integrantes da banda.